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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O CORPO HUMANO TRANSLÚCIDO

Auto-aperfeiçoamente

"Os verdadeiros vencedores na vida são pessoas que olham para cada situação com a esperança de poder resolvê-la ou melhorá-la."
Barbara Pletcher 


"Busque a cada dia melhorar alguma coisa em sua vida. Podemos começar com coisas simples como acrescentar uma fruta no café da tarde, usar o fio dental de forma mais correta, aprender uma palavra nova. Imagine isso ocorrendo ao longo de anos e você formará um quadro de uma pessoa mais realizada e evoluida"
Professora Andréa Elaine Sechini em curso sobre qualidade de vida.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Tensão contrátil e força nos exercícios de Pilates

"Quando alngamos um músculo, conseguimos gerar nele uma força tensional que é aproveitada nos movimentos de força do Pilates. Assim o acúmulo de energia elástica no componente elástico do músculo gera mais tensão e mais força consequentemente"
Andréa Elaine Sechini (estudiosa do método Pilates)

Eram duas caveiras que se amavam - Conheça melhor seus ossos

Além de dar sustentação ao corpo, o esqueleto protege os órgãos internos e fornece pontos de apoio para a fixação dos músculos. Ele constitui-se de peças ósseas (ao todo 208 ossos no indivíduo adulto) e cartilaginosas articuladas, que formam um sistema de alavancas movimentadas pelos músculos.
O esqueleto humano pode ser dividido em duas partes:
1-Esqueleto axial: formado pela caixa craniana, coluna vertebral caixa torácica.
2-Esqueleto apendicular: compreende a cintura escapular, formada pelas escápulas e clavículas; cintura pélvica, formada pelos ossos ilíacos (da bacia) e o esqueleto dos membros (superiores ou anteriores e inferiores ou posteriores).

fonte: www.afh.bio.br

PRECISÃO E PILATES

"Segundo o princípio da PRECISÃO no Pilates, os movimentos devem ser realizados com menor gasto de energia e quando realizados precisamente tornam-se mais seguros também."
 Andréa Elaine Sechini

POWER-HOUSE - O PILAR MESTRE DO PILATES

"Há a valorização do centro de força em torno do abdómen e cinturão pélvico. É desse centro de força que parte a sustentação e controle dos exercícios. Todos os movimentos devem partir dessa faixa de força. Ele é conseguido por meio da contração dos transversos abdominais, glúteos e musculatura do períneo."

Controle e Pilates

"Os exercícios devem ser executados com controle da amplitude, velocidade e movimento. Aqui temos novamente evocados os princípios da concentração e fluidez do movimento."
Extraído de TCC de Andréa Elaine Sechini sobre Pilates

Fluidez do Movimento

"Os exercícios devem ser executados de forma fluída, gentil e elegante. Deve-se evitar ao máximo solavancos, impactos e alterações da velocidade"


Trecho extraído de TCC sobre Pilates feito pela Professora Andréa Elaine Sechini

CONCENTRAÇÃO E PILATES

"Joseph Pilates acredita que devemos executar todos os exercícios com grande estado de presença e atenção, visto que a contrologia para ele era uma atividade para o corpo, para a mente e para o espírito e apenas a concentração poderia integrá-los"


Trecho extraído de uma avaliação teórica sobre o método Pilates feita pela professora Andréa Elaine Sechini

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

OS ELEMENTOS-CHAVE NO PILATES

  • Alongar os músculos encurtados e fortalecer os músculos enfraquecidos
  • Melhorar a qualidade dos movimentos
  • Concentrar-se nos músculos posturais centrais para estabilizar o corpo
  • Trabalhar para aplicar a respiração de maneira correta
  • Controlar até mesmo os menores movimentos
  • Entender e melhorar a boa mecânica do corpo
  • Relaxar a mente
fonte: Pilates Básico Por Eleanor Mckenzie, Trevor Blount

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

AS CAUSAS DAS LESÕES

Uma lesão acontece quando se exige do corpo um esforço para o qual ele não estava preparado. Participar de uma "pelada" depois de anos de sedentarismo, por exemplo, é um prato cheio para lesões de diversas ordens.  Da mesma forma pode ser arriscado para um jogador profissional de futebol que treine várias horas por dia aumentar repentinamente sua carga de treinamento, reduzindo o tempo de repouso. Podemos dizer que as condições que propiciam as lesões são as seguintes:

  • Repouso insuficiente Vimos no capítulo 5 que o corpo necessita de um período de, em média, 48 horas para se recuperar do esforço físico e promover as devidas adaptações morfológicas. Logo,  o descanso faz parte do treinamento.
  • Excesso de uso. Séries de exercícios com repeticos de mais, ou carga de mais, podem gerar estresse nos músculos e articulações. Da mesma forma, a participação freqüente em competições pode sobrecarregar as partes do corpo mais exigidas. O corpo reclama a seu modo.
  • Aquecimento insatisfatório.  Como foi dito também no capitulo  3, o aquecimento geral e específico antes da prática física propriamente dita prepara o corpo para o eforço. É bom lembrar que a temperatura ambiente deve ser levada em conta na duração do aquecimento.
  • Calçado inadequado. Corrida merece tênis de corrida, basquete merece tênis para basquete. Por uma falha antigas no aportuguesamento do vocabulário esportivo, nós brasileiros chamamos qualquer calçado esportivo de tênis. Mas na língua inglesa, de onde vem a palavra "tênis" (tennis, nome do esporte), os calçados esportivos levam o nome do esporte ao qual cada um é destinado: tennis shoes, running shoes, football shoes. A tecnologia dos calçados esportivos (ou tênis, como queira) atende à segurança necessáia em cada esporte, com amortecimento no local e na dose certa, reforço nas laterais ou no calcanhar, cano da canela na altura adquada para a locomoção na quadra, no campo ou na pista etc. Leve isso em conta.
  • Trajes inadequados. Faleremos mais detalhadamente das roupas no capítulo seguinte. O que interessa aqui é que, para evitar lesões, reina a lei do conforto.  É por isso que ninguém pratica atividade física de calça jenas ou saia longa. Para que os mvimentos não fiquem limitados, é melhor vestir leves e flexíveis. No caso das artes marciais, o quimono é necessário para a proteção e para os golpes.
  • Equipamento inadequado. Em esportes que envolvem equipamentos, o bom estado dos mesmo é fundamental para a segurança do praticante. Se a cama elástica não estiver em ótimo estado, o acrobato correrá risco de vida, certo? Na musculação, cada aparelho, além de ser carregado com os pesos que o praticante pode suportar no exercício prescrito, deve ser ajustado de acordo com o tamanho do praticante. A bicicleta do ciclismo indoor ou outdoor também deve ser escolhida conforme o comprimento do tronco e das pernas do ciclista.
  • Postura incorreta. Aquela velha dica que a professora dava na escola continua valendo: mantenha as costas retas. A coluna vertebral é o principal eixo de sutensação do corpo e merece atenção em todos os esportes. Depois de acertada a posição da coluna, deve-se observar a postura correta para as demais partes do corpo durante o movimento. No golfe, por exemplo, a posição dos pé e a forma de girar a cintura na tacada são determinantes na prevenção de lesões.
  • Técnica imperfeita. Sem dúvida, técnica é fundamental. Correr de qualquer jeito (mesmo na "pelada" do final de semana), usar a raquete como se fosse mata-moscas e saltar com um cavalo sem destreza são escolhas que aumentam muito a probalidade de surgirem dores pouco depois. Diversão é bom, mas a ousadia tem seu preço.
FONTE: MEXA-SE: ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E BEM ESTAR Por Fábio Saba
fichamento dos estudos realizados pela professora Andréa Elaine Sechini

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Nossas queridas vértebras

"Cada vértebra prende-se à seguinte através de facetas articulates em ambos os lados, as quais apresentam uma face articular plana e delgada, e que deslizam umas sobre as outra durante o movimento da coluna, e que deslizam umas sobre as outras durante o movimento da coluna. Elas podem tornar-se enrijecidas, ou sofer danos, em virtude da má distriuição do peso, ou podem ficar doloridas devido a inflamação. O tratamento ministrado com o auxílio das mãos por um profissional pode ajudar a soltar as articulações e a diminuir a dor.
O persistente excesso de pressão causado por posturas incorretas pode cauar desgaste, e, numa radiografia, é possível ver superfícies articulates ásperas e pequenos espaços entre as articulações. Pode-se eliminar das articulações desgastadas na maior parte parte do tempo, mas elea poderá voltar com intensidade somente quando houver esforços muito grandes.  Pode-se tentar evitar o aumento da dor e da degeneração adotando-se a postura correta e mantendo fortalecidos os músucjos que sutentam a coluna. Para isso, são necessários exercícios regulares."
fonte: fichamento dos estudos da professora Andréa Sechini do livro Como Ter Uma Coluna Saudável  Por Elizabeth Sharp

A VÉRTEBRA LOMBAR"

"A vértebra constitui-se de maneira a ser extremante leve, mas com grande densidade ao longo das linhas de força pelas quai se distribui o peso. Um corte transversal da vértebra permite-nos ver muitos espaços vazios. As três protuberâncias servem para ligar os músculos aos ligamentos e , juntamente com a vértebra, formam o canal vertebral, cujos contronos são semelhantes aos de um triângulo, e que abriga a medula."

fichamento realizado pela professora Andréa Elaine Sechini do livro COMO TER UMA COLUNA SAUDÁVEL  Por Elizabeth Sharp

Conheça mais sua coluna

      "A coluna vertebral cosiste em sete vértebras cervicais, doze torácicas, cinco lombares, cinco sacrais e quatro coccígeas, que se articulam da base do crânio até o sacro. Vista de frente, a coluna normal apresenta-se reta; vista de lado , tem a forma de um "S". A curva da região cervical é côncava, assim como a curva lombar. A curva torácica é convexa.
     A coluna é constituída dessa maneira para suportar a considerável pressão exercida pelo peso. As vértebras lombares são as maiores da coluna vertebral, o que se explica pelo fato de suportarem toda pressão pelo corpo, do sacro para cima. Apresentam-se mais fortes quando estamos na posição ereta, e mais fracas quando nos curvamos."

fonte: Fichamento feito pela professora Andréa Elaine Sechini do livro COMO TER UMA COLUNA SAUDÁVEL  por Elizabeth Sharp

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Depoimentos - Aluna que amou o Pilates

"Eu vim fazer uma aula experimenal porque minha mãe insistiu muito, hoje eu não deixo o Pilates no Ritmos da Vida por nada, treino três vezes na semana. Estou super feliz com meu corpo e ajudou muito no alívio do stress"

Fabrícia Gomes (vestibulanda -18 anos)

Inspirações - Wunda Chair e limites

"O trabalho que fiz na cadeira do Pilates (wunda chair) me ajudou muito com as dores insuportáveis que eu tinha nos quadris. A professora me contou sobre a história do inventor do método e toda sua superação dos próprios limites e dores. Isso me inspirou a enfrentar minhas dores e limitações"

Carmen Medeiros de Araujo (dentista aposentada e praticante do método Pilates há 3 anos)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Rolamento Pélvico


O rolamento pélvico é um exercício fundamental que tem inúmeros benefícios. Não apenas mobiliza a coluna e a prepara para os exercícios, mas também ensina o retrutamento correto do sistema de suporte inteno (que irei explicar depois).  A curvatura pélvica desenvolve consciência corporal e traz foco para a Caixa de Força. Esse exercício promove mobilidade na região pélvica, liberando tanto a tensão física quanto a mental neste processo.

Usando a imaginação
A imagem que eu gosto é de que a casca de uma banana está sendo retirada da fruta de forma lenta e deliberada. Permitindo uma sensação de resistência suavee e movimentos finos prevalecem durante todo o processo.
  • Comece e complete os movimentos em uma posição de coluna neutra.
  • Incline a pelvis ligeiramente e extenda os flexores de quadris na fase alta.
  • Mantenha os ombros e pescoço relaxados e isolados

Foco Muscular
Músculos Abdominais
Isquiotibiais

Objetivos
Melhorar a articulação da coluna
Conquistar a estabilização pélvico-lombar
Desenvolver controle abdominal e isquiotibial.

Tradução e adaptação feita pela professora  Andréa Sechini do Livro:
Pilates - Your complete guide to mat work and apparatus exercises por Rael Isacowitz

Respiração profunda

"Respiração profunda e correta é fundamental em todos os exercíciosde Pilates. Ela melhora a circulação sanguínea e ajuda na circulação"

Tradução feita pela professora Andréa Sechini do livro Pilates: Improve Your Well-Being por Ralf Meier

Core, Powerhouse e Caixa de Força - Você ouvirá muito essas palavras

"No Pilates, o termo "Core" se refere a área abdominal, a área baixa das costas e aos músculos glúteos. Joseph Pilates chamou esse triângulo muscular que é responsável por estabilizar a coluna lombar de "Powerhouse" (Caixa de Força). Todos os exercícios partem daí.  E um ponto central para a força e para o descanso. O fortalecimento sistemático dessa área é a maior prioridade do método"


Tradução feita pela professora Andréa Sechini do Livro Pilates:Improve Your Well-Being Por Ralf Meier

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ballet e Pilates - Uma dupla perfeita

"Eu já não podia dançar Ballet devido a tantas dores na lombar e joelhos, colocar ponta nem em sonho, mas o trabalho do Pilates me devolveu a dança e a confiança"
(Sabrina Ferraz - bailarina e estudante de Design)

Depoimentos dos alunos do Studio Ritmos da Vida

"Eu nem sabia que poderia sentir todos os músculos com o trabalho do Pilates, me sinto cada vez mais condicionado e disposto para enfrentar a correria do dia-a-dia"




Almir Eduardo de Azevedo (advogado e ciclista - 38 anos)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Professores, colegas e alunos - Inspirações 3

HIPERCIFOSE



HIPERCIFOSE: Acentuação da convexidade da coluna torácica, colocando o ponto acromial à frente da linha de gravidade. Pode ser do tipo flexível (quando a correção pode ser obtida através de contração muscular voluntária - causada por maus hábitos posturais) ou rígida (é quando a correção já não pode ser obtida com uma simples contração muscular ou manual, devido a frequência de uma atitude cifótica - A musculatura anterior do tórax está muito hipertrofiada e a posterior está muito alongada).
Como corrigir:

Alongar: reto abdominais, paravertebrais (longuíssimo, ílio, costal e multifídio);

Fortalecer: Paravertebrais (ex: exercício bom dia)

Com Escápula Alada ou Abduzida: alongar deltóide anterior peitoral> e <, córaco braquial, porção longa do bíceps braquial. Fortalecer porção transversa de trapézio e Rombóides maior e menor.


Obs: tendência a lesão do manguito rotator devido a má vascularização do supraespinhoso.


Fonte Atualização 2004: Apostila de curso do Prof. Sandro da Matta


Flexível: trabalhar a musculatura posterior do tórax (trapézio III, rombóides, dorsal maior e redondo maior e conscientização do aluno para que sempre corrija sua atitude cifótica errada. Exercícios corretivos: remada curvada, crucifíxo inverso,abrir cabos no puxador duplo no plano horizontal.
Rígida: hipertrofiar a musculatura posterior do tórax, alongar a musculatura anterior do tórax e um desbloqueio torácico, causado pelo abaixamento das costelas.
Exercícios Corretivos: os mesmos da cifose flexível, suspensão alongada com apoio dorsal - indivíduo em suspensão alongada, coloca-se um apoio na curvatura da cifose e deslocamento dos ombros - indivíduo em pé, segura uma corda esticada nas mãos. Deve passá-la por cima da cabeça, levando-a até os glúteos, sempre esticada.

Compreendendo a Hiperlordose Cervical

HIPERLORDOSE CERVICAL: Acentuação da concavidade da coluna cervical, colocando o ponto trago para traz da linha de gravidade. É causada , geralmente pela hipertrofia da musculatura posterior do pescoço.
Como corrigir: É necessário um trabalho de força na musculatura anterior do pescoço (esternocleidooccipitomastóideo, escalenos e pré-vertebrais) e um trabalho de alongamento da musculatura posterior.

Exercicios:
Procurar encostar a coluna cervical na parede, contraindo a musculatura anterior do pescoço sem desencostar a cabeçada parede; flexão de pescoço em decúbito dorsal, com a cabeça pendente; flexão de pescoço com auxílio do puxador.

Problemas que acometem a Patela

Tendinite patelar (“joelho do saltador”)
A dor na região infrapatelar é mais comum nesse tipo de lesão, porém outros fatores podem ocasiona-la:
 

  • Lesões da patela, como osteocondrite;



  • Patela com fratura de esforço ou polo inferior alongado e proeminente;



  • Hipertrofia do corpo adiposo infrapatelar;



  • Bursite ou doença de Osgood-schlatter.



  •  A tendinite patelar está associada com mais freqüência a atividades repetitivas, ela foi primeiramente descrita em atletas de salto em altura (daí o nome de joelho do saltador) mas é quase igualmente edêmica em jogadores de basquete e vôlei. Além de atividades que envolvam saltos, atividades de corrida também costumam exacerbar esse quadro. A dor da tendinite patelar normalmente é de fácil localização, e acomete geralmente o polo inferior da patela, ou mais raro, sua borda superior. No tratamento o primeiro passo é a diminuição dos sintomas, e isso deve ser feito interrompendo as atividades que causem dor.
    Tratamento com gelo, medicamentos, antiinflamatórios e exercícios isométricos do quadríceps são iniciados imediatamente e continuados até que os sintomas desapareçam. Deve-se fortalecer e alongar o quadríceps e os alongamentos deve ser feito pelo menos 4 vezes por dia, ao acordar, antes e depois das atividades físicas e antes de dormir. Durante o alongamento recomenda-se um mínimo de 20 segundos de manutenção da posição por 2 ou 3 séries. Os exercícios isotônicos e com mais cargas podem ser realizados assim que os sintomas de dor tiverem cessado e não causarem dor durante a execução. 

    Condromalácia patelar (“joelho do corredor”)
    A condromalácia patelar é uma lesão da cartilagem patelar devido a degeneração prematura com amolecimento, fibrilação e aspereza dessa estrutura, nas quais, são semelhantes às relacionadas com a osteoartrite. A condromalácia pode ocorrer devido a trauma direto com conseqüente dano condral, ou resulta de qualquer condição que interfira com os movimentos patelofemorais normais, tais como variações anatômicas anormais. Essas variações podem ser causadas pelo aumento do ângulo Q, patela alta, insuficiência do vasto medial, oblíquo e desequilíbrio articulares. Esta lesão é mais comum em mulheres (devido principalmente ao aumento do ângulo Q) e ocorre prioritariamente em atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.
    A dor é descrita como profunda e localizada na região retropatelar e pode ser sentida ao subir e descer escadas, em atividades prolongadas, após ficar muito tempo com os joelhos flexionados e ao agachar-se para pegar um objeto no chão. Em movimentos de flexão dos joelhos a dor é acompanhado de crepitação retropatelar facilmente audível ou sentida com a mão por cima da patela. O principal sinal para um diagnóstico consiste em mover a superfície da patela contra o fêmur. O tratamento é conservador, muito parecido com o utilizado no procedimento da tendinite. Estimular o repouso evitando atividades que provoquem a dor patelar, como correr, saltar, andar em salto alto e exercícios que promovam a flexão do joelho (ex: ciclismo e subir escadas).
    A base do tratamento é constituída de exercícios que fortaleçam o quadríceps, principalmente o vasto medial oblíquo. Apesar de ser necessário o fortalecimento prioritário do VMO (vasto medial oblíquo), dificilmente essa musculatura pode ser isolada e fortalecida individualmente. Um estudo conduzido por MIRZABEIGI et al, em 1999 comparou a ativação do vasto medial oblíquo com o vasto lateral, vasto intermédio e reto femoral em 9 exercícios diferentes, os pesquisadores demonstraram não haver diferenças significativas entre os músculos concluindo então que o VMO não pode ser isolado durante os exercícios.
    É recomendado que se realize exercícios isométricos para o quadríceps, pois não exacerbam a dor, fortalecem e envolvem movimento mínimo da patela. Já os exercícios de flexão de joelhos, tais como agachamento são indicados, mas implicam em uma sobrecarga muito grande sobre a articulação patelofemoral e resultam em exarcebação dos sintomas (CORRIGAN & MAITLAND, 2000). Apesar da tensão patelofemoral aumentar concomitante à flexão do joelho no agachamento, devemos ter em mente que o agachamento profundo mesmo realizado com poucas repetições e muita carga é menos deletério que atividades cíclicas de longa duração, pois na verdade o maior problema da condromalácia está no alto volume dos treinos. Outro fator importante neste tipo de lesão é o fortalecimento e alongamento dos isquiotibiais, flexores do quadril e abdutores. 

    Distensão do ligamento cruzado anterior (LCA)


    "A ruptura isolada do LCA pode acontecer, porém geralmente, é mais comum que esse ligamento seja danificado junto com outros ligamentos e/ou cornos posteriores de menisco. O mecanismo básico da lesão do LCA envolve a hiperextensão do joelho, como por exemplo, um golpe direto na parte frontal do fêmur com o pé fixo no chão. O LCA também se distende em atividades que exigem mudanças rápidas de direção como no futebol, handebol e basquete (momento da “finta” ou em freadas rápidas, arrancadas) e em esportes de salto quando não acontece uma aterrissagem firme. Durante a reabilitação deve-se evitar alongamentos agressivos dos isquiotibiais e os exercícios devem ser executados inicialmente com os joelhos ligeiramente flexionados.
    Os exercícios de cadeia cinética fechada são mais indicados. O fortalecimento dos isquiotibias é de suma importância, uma vez que eles ajudam na estabilização do joelho. Atualmente a reabilitação desse tipo de lesão tem sido feita utilizando o agachamento como principal exercício, pois durante sua execução não existe forças tensionais significativas no LCA. Isso se deve em parte pela moderada ativação dos isquiotibiais que ajudam a aliviar a tensão no LCA devido ao mecanismo de co-contração (ESCAMILLA, 2001).
    O interessante é que à medida que aumenta-se o ângulo de flexão de joelhos aumenta-se a contração dos isquiotibiais, fazendo com que o agachamento profundo possa ser utilizado em estágios mais avançados de recuperação. A frouxidão ligamentar do LCA lesionado pode ser controlado em exercício de cadeia cinética fechada (ECCF) mas, não em exercício de cadeia cinética aberta (ECCA) (KVIST & GILLQUIST, 2001). Durante o agachamento a maior compressão no LCA acorre nos ângulos menores que 50 graus (TOUTOUNGI et al, 2000). "

    Distensão do ligamento colateral medial (LCM)
    Uma das lesões mais comuns no esporte. Geralmente é resultante de uma força externa direcionada ao aspecto lateral do joelho, ou seja, ocorre muitas vezes por trauma na face lateral (externa), sendo relacionada a esportes como o futebol, judô, karatê, etc. O tratamento consiste em fortalecer todos os músculos que cruzam a articulação dos joelhos (quadríceps, isquiotibiais, adutores e abdutores) isso após a interrupção do quadro álgico.
    Distensão do ligamento cruzado posterior (LCP)
    Distensões nesse ligamento são pouco comuns no meio esportivo e geralmente outras estruturas são afetadas. A hiperextensão do joelho é o mecanismo mais comum dessa lesão, geralmente é ocasionado por trauma direto na região anterior da parte superior da coxa. No tratamento deve-se focalizar o quadríceps, uma vez que esse músculo fortalecido tende a deslocar anteriormente a tíbia, revertendo assim o sinal de gaveta posterior. A força dos músculos posteriores da coxa deve ser estabelecida espontaneamente sem exercícios específicos.
    É importante o alongamento dos isquiotibiais, mas sempre tendo os devidos cuidados para não hiperextender o joelho lesionado. O fortalecimento do quadríceps deve ser priorizado com exercícios de cadeia cinética aberta (ex: cadeira extensora), mas em fases posteriores da reabilitação os exercícios de cadeia cinética fechada como agachamentos podem ser introduzidos, porém deve-se ter cuidado com a angulação, pois à medida que aumenta-se o ângulo de flexão, aumenta-se à tensão neste ligamento, sendo seguro trabalhar em ângulos menores que 50 / 60º (ESCAMILLA, 2001).

    Dores de joelho anunciam problemas de saúde maiores, diz estudo


    joelho 
    "A dor nos joelhos, que geralmente afeta pessoas de idade avançada, pode ser anúncio de outros problemas de saúde físicos e mentais, segundo um estudo divulgado  pela revista Arthritis & Rheumatism.
    A pesquisa, realizada por médicos da Universidade de Keele (Reino Unido), acrescentou que os pacientes  com problemas nos joelhos geralmente têm funções físicas limitadas e, em geral, sofrem problemas de depressão e ansiedade.
    O estudo incluiu 5.364 pessoas de mais de 50 anos de idade, que foram separadas em três grupos, sendo o terceiro deles formado com pessoas com dores nas joelhos.
    Os exames realizados neste grupo indicaram que essa dor nos joelhos não é independente de outras e que é simultâneo com dores em outras partes do corpo assim como com uma má saúde psicológica, disseram os cientistas.
    Além disso, o estudo descobriu que existe uma relação entre o nível de dor e seu impacto em um lugar particular do corpo.
    “Demonstramos que a dor específica nas joelhos e a incapacidade são piores na presença de outras aflições em outras partes do corpo”, disseram os pesquisadores em seu relatório.
    Eles acrescentaram que suas conclusões são importantes já que o controle da dor em um setor específico como o joelho com tratamentos como fisioterapia ou substituição do joelho poderia ter efeitos positivos na percepção geral da dor, assim como sua freqüência e impacto, em outras partes do corpo."
    Fonte: http://www.portaldafisioterapia.com/?pg=noticia&id=1136

    LESÕES LIGAMENTARES DE JOELHOS


    Lesões ligamentares
    Existem quatro grandes ligamentos no joelho: Ligamento Cruzado Anterior (LCA), Ligamento Cruzado Posterior (LCP), Ligamento Colateral Medial (LCM) e Ligamento Colateral Lateral (LCL). Dentre os quais a maior incidência de lesões ocorre no LCA e no LCM. O joelho é estável em extensão, passível de rotação axial (quando flexionado), fazendo com que essa articulação seja menos estável na flexão. Quanto às lesões, o estiramento dos ligamentos é uma das mais comuns nos tecidos moles do joelho, podendo ser classificado como:
    1º Grau - Leve estiramento, com pequena tumefação e sem perda da estabilidade. Neste caso o ligamento permanece íntegro e após o trauma o indivíduo consegue andar. A dor acontece somente no movimento e, em alguns casos, ao toque.
    2º Grau - Estiramento de cerca de 50% das fibras, presença de sinais flogísticos, com grande dificuldade de movimentos, sendo a estabilidade preservada na maioria dos casos.
    3º Grau - Estiramento de cerca de 75% das fibras, com presença de hematoma acentuado e perda da estabilidade, com diástese de 10mm.
    4º Grau - Ruptura ligamentar total ou avulsão, com rompimento da cápsula e possível ruptura meniscal que consiste em uma lesão grave. 

    Compreendendo seus joelhos




    "O joelho é uma das maiores articulações do corpo humano e também uma das que mais sofre lesões. Essa articulação é formada pela extremidade distal do fêmur, extremidade proximal da tíbia, patela, ligamentos, meniscos e tendões de músculos que o cruzam. O joelho pode ser lesionado de várias formas por ser muito vulnerável ao trauma direto (pancadas) ou indireto (entorse), além de ser lesionado principalmente pelo excesso de uso ou uso inadequado (regiões condrais e tendíneas são as mais acometidas).
    Nos Estados Unidos e Canadá mais de 4 milhões de pessoas necessitam, anualmente, de tratamento médico para as patologias do joelho. As lesões no joelho são muito comuns no meio esportivo. Atletas das modalidades que possuem corridas e/ou saltos, geralmente se queixam de dores em algum estágio de suas vidas competitivas, muitas vezes tendo que abandonar o esporte. Os atletas recreativos ou mesmo praticantes de academias, também são acometidos a estas lesões." 


    Pratique Pilates com quem respeita seus joelhos

    sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

    Compreenda melhor seu ombro

    ARTICULAÇÃO DO OMBRO


    O ombro é a articulação complexa que liga a cintura escapular ao membro superior. É formado por quatro articulações separadas e por um complexo de músculos.

    As articulações são:
    • a glenoumeral, entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide da omoplata;
    • a acromioclavicular, que liga a clavícula à apófise acromial da omoplata;
    • a articulação esternoclavicular, entre a clavícula e o esterno;
    • as ligações da omoplata com os músculos da coluna torácica e cervical.

    MÚSCULOS


    Os músculos mais superficiais que fazem mover o ombro são:
    • peitoral, que puxa o braço para a frente;
    • trapézio, que eleva o ombro;
    • deltóide, que eleva lateralmente o braço;
    • grande dorsal, que puxa o braço para baixo.

    O deltóide, cobrindo a cabeça do úmero, em conjunto com um conjunto de músculos mais pequenos, formam a proeminência do ombro e impedem que esta articulação se desloque (luxação).

    O peitoral forma a parte anterior da axila, enquanto que a posterior é formada pelos músculos grande dorsal e grande redondo. Os vasos sanguíneos axilares e o plexo braquial de nervos atravessa esta região.

    O labrum glenóide é uma estrutura fibrocartilaginea semelhante a um menisco que aumenta o contacto com a cabeça umeral estabilizando a articulação.


    COIFA DOS ROTADORES


    O Coifa dos Rotadores é um conjunto de quatro músculos:
    • supraespinhoso;
    • infraespinhoso;
    • pequeno redondo;
    • subescapular.
    Estes músculos são mais pequenos se comparados ao peitoral maior e ao deltóide, mas desempenham um papel fundamental nos movimentos do ombro e cintura escapular.
    A Coifa dos Rotadores funciona como uma convergência de tendões, em redor da cabeça do úmero. Os tendões dos quatro músculos unem-se com a cápsula articular da articulação glenoumeral.
    As suas principais funções são:
    • Centralizar e baixar a cabeça umeral;
    • Potencializar as rotações da articulação glenoumeral;
    • Estabilizar a articulação glenoumeral;
    • Proporcionar um compartimento fechado importante para a nutrição articular.
    http://www.clinicajoelhoombro.com/index.php

    Mulheres no Pilates

    "Eu me sentia realmente indispota mesmo para tarefas simples como subir um lance de escadas ou colocar roupas no varal. Já tinha tentado de academias à escolas de dança e natação, mas foi no Studio Pilates Ritmos da Vida que me encontrei. Consegui trabalhar meu corpo dentro dos meus limites."
    Ana Carla de Andrade (56 anos - secretária aposentada)

    "Achei o ponto perfeito entre prazer e eficiência em uma atividade física. Me sinto cada dia melhor e incorporei como uma rotina saudável em minha vida. Sou fisioterapeuta e tenho uma rotina de trabalho muito intensa  e estressante. Passo muitas horas do dia em pé e o Pilates me auxilia muito a equilibrar minha postura e melhorar meu condicionamento. E eu amo os professores do Ritmos da Vida" 
    Luiza Nery de Oliveira (35 anos - fisioterapeuta)

    Depoimento de Aluno com dores no ciática


    "Antes eu tinha um problema crônico no nervo ciático que me impedia de assistir uma aula completa na faculdade, que me obrigava a levantar várias vezes. O Pilates melhorou meu rendimento na faculdade, pois as dores tiraram muito da minha concentração. Após 10 sessões de Pilates passei a conseguir assistir a uma aula completa sem precisar me levantar. Já estou na 36ª sessão e não sinto mais qualquer desconforto"

    José Paulo Nunes (estudante de Direito ) - aluno do Instituto Ritmos da Vida

    quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

    Conheça o seu pé - Pilates São Caetano do Sul

    Mobilidade


    "O termo mobilidade pode ser descrito como a habilidade das estruturas ou segmentos do corpo de se moverem ou serem movidos, permitindo que haja amplitude de movimento para atividades funcionais.
    Como está relacionada a arco de movimento funcional, a mobilidade está associada à integridade articular e a flexibilidade que são necessárias para que os movimentos do corpo ocorram sem dor e sem restrições durante tarefas funcionais da vida diária.
    Qualquer fator que limite a mobilidade, ou seja, que cause diminuição na extensibilidade dos tecidos moles, pode também comprometer o desemprenho muscular.
    A hipomobilidade (mobilidade restrita) causada pelo encurtamento adaptativo dos tecidos moles pode ocorrer como resultado de vários distúrbios ou situações."
    Fichamentos de estudos feitos pela professora Andréa Elaine Sechini
    fonte: www.fisioweb.com.br

    Alongamentos de Isquiotibiais, Adutores e Glúteos no Ganho de Amplitude de Movimento do Ombro

    Encontrei indícios muito claros de algo que eu já vinha desconfiando há tempos, que alongamento de isquiotibiais, adutores e glúteos ajuda a liberar e dar amplitude ao movimento de ombros.
    Pois é, segundo o artigo publicado por Paulo Henrique Delgado da Cunha, através de uma análise cinesiológica, vemos que para algumas patologia em que os movimentos da articulação dos ombros estão comprometidos, se alongarmos os músculos que fazem a tetroversão da pelve, ganhamos um aumento significativo nesse arco de movimento.

    A dor como avaliação dos nossos desequilíbrios

    "O ser humano é uma fantástica máquina. É habilitado para caminhar, correr, pular, empurrar e puxar. É autônomo e multifuncional e se adapta a diversas situações, como fortalecer ou alongar determinado músculo ou adicionar uma camada de gordura para protegê-lo do frio. Se o indivíduo não nascer com nenhuma patologia, seu corpo inicia sua vida como uma unidade simétrica e coordenada.

    Infelizmente, na vida adulta nossos corpos não continuam alinhados e simétricos. Os lados atuam de modo diferente, com alguns músculos sobrecarregados e tensos e outros fracos e muito alongados. Então como é um corpo perfeitamente equilibrado? Em primeiro lugar, ambos os lados do corpo devem ter a mesma forla e flexibilidade. Os ombros, quadris e calcanhares devem estar nivelados e as escápulas devem estar voltadas para baixo e para dentro (em format de V).
    Existem várias razões para que seu corpo fique desalinhado. Quando qualquer parte dele ficar com a função alterada, o corpo inteiro será afetado. Mesmo sabendo que alguns músculos não estão cumprindo seu papel da maneira correta, você terá um dia-a-dia de trabalho pela frente, onde outros músculos vão entrar em ação para compensar esse desequilíbrio. Usando seu corpo de maneira incorreta esse desequilíbrio só aumentará.Eventualmente você irá sentir alguma dor e terá que compensar com uma posição que gere mais conforto. Dores são o aviso de que o corpo está com alguns problema. Você poderá ter uma lesão mais grave ou sofrer uma dor crônica no pescoço, nas costas, nos joelhos, quadris ou ombros"
    Estudos realizados pela professora Andréa Elaine Sechini
    fonte: Pilates de Rael Leon
    Acredito que o Pilates em Aparelhos é uma das mais perfeitas técnicas já criados pelo ser humano com o intuito de se auto-aperfeiçoar.

    Conheça o Método Pilates e comece a equilibar o seu corpo já!

    Como se organizam nossos tecidos e sistemas a partir de nossa vida embrionária

    Eu acho super importante que todos nos compreendamos melhor nossos corpos, independentemente de nossa área de atuação ou nível educação. Atualmente a maior parte de nós tem um considerável acesso a informações. Neste blog, procuro reunir de maneira simples informações sobre saúde e Pilates para os alunos do www.ritmosdavida.com.br
    O assunto deste post é interessante para compreendermos melhor a organização de nossos tecidos e sistemas. No embrião humano de três semanas já podem ser observados as três camadas germinativas que darão origem aos diferentes órgãos do corpo: ectoderma, mesoderma e endoderma
     

    Ectoderma: A mais externa das camadas germinativas, da qual se originam as seguintes estruturas:
    • PELE - em sua parte superficial - e seus anexos (pelos, glândulas sudoríperas, unhas, etc.).
    • CAVIDADE ORAL - e seu conteúdo (glândulas alivares, dentes, etc)
    •  EPITÉLIO SENSORIAL DOS ORGÃOS DOS SENTIDOS (membrana olfatória, orelha interna. olhos, etc)
    • Hipófise
    • Sistema nervoso (cérebro, cerebelo, medula espinhal e nervos, etc.)
    • Medula da glândula supra-renal
    • Gânglios simpáticos
    • Mamas
     Mesoderma: Camada intermediária das três camadas germinativas. Dá origem aos seguintes órgãos e sistemas
    • Coração
    • Sistema circulatório (artérias, veias e vasos linfáticos)
    • Músculos
    • Esqueleto (ossos, cartilagens, articulações, etc).
    • Sangue
    • Baço
    • Sistema urinário (rins, ureteres, etc)
    • Sistema genital (testículos, ovários, etc)
    • Mesentério
    • Córtex da glândula supra-renal)
    • Camadas profundas da pele (derme e tela subcutânea).
    • Pleura e Peritônio
    Endoderma: A mais interna das camadas geminativas, da qual se formam os seguintes órgãos e sistemas
    • Sistema respiratório (pulmões, brônquios, traquéia, laringe, etc)
    • Sistema digestório (faringe, esôfago, estômago, intestinos, fígado, pâncreas, etc).
    • Glândula tireóide.
    • Glândula paratireóide
    • Timo
    • Bexiga urinária

    Fichamentos de estudos e aulas realizados pela professora Andréa Elaine Sechini

    terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

    Agilidade - Pilates São Caetano do Sul

    Agilidade - Propriedade motora que permite ao indivíduo mudar rapidamente a direção e/ou a posição do corpo no espaço. É uma propriedade motora compexa, ou seja, envolve outras propriedade motoras, entre elas a potência, a velocidade de reação, a flexibilidade e a coordenação.


    Uma tarefa motora realizada com agilidade compreende trocas rápidas de direção, arrancadas e paradas bruscas e reações rápidas a estímulos diversos.


    É uma propriedade que está sempre relacionada com movimentos globais e, portanto, envolvida com uma boa coordenação da motricidade toral. A agilidade é uma propriedade específica. Assim sendo, um indivíduo ágil no futebol não o será, necessariamente, no basquete, ginástica olímpica ou atletismo e vice-versa.
    Fichamentos dos estudos realizados pela professora Andréa Elaine Sechini
    TREINAMENTO FÍSICO - Por Alduino Zilio

    ENTENDENDO A AVALIAÇÃO DA FORÇA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

    "A capacidade força é um componente que não pode ser deixado de lado no treinamento pois, além de ser determinante em muitas atividades, é coadjuvante em outras.
    A força pode ser medida através de um dinamômetro - aparelho com uma escala em quilos newton-metro (N.m)¹ que mensura a capacidade do indivíduo de elevar ou prensar - ou em testes bastantes simples e práticos.
    Para os membros superiores, os testes mais usuais são o de flexão e extensão do cotovelo - conta-se o número de repetições corretas flexionados - medindo-se o tempo em que o indivíduo fica em suspensão - e o de flexão e extensão do cotovelo na barra fixa - conta-se o número de elevações realizadas.
    "Esta figura pertence ao Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP); Fernanda Rossi Paolillo, Iluminação Infravermelha Associada ao Exercício Físico. http://cepof.ifsc.usp.br/int.php?mid=108. Publicação: Paolillo, FR et al. (2011) Effects of Infrared-LED Illumination Applied During High-Intensity Treadmill Training in Postmenopausal Women. Photomedicine and Laser Surgery."

    Para medir força abdominal, dentre vários testes, podemos aplicar o de 30 segundos (Ashrper, 1976). Neste teste, registra-se a quantidade de abdominais que o avaliado consegue executar corretamente em 30 segundos. O indivíduo deverá estar em decúbito dorsal, com joelhos flexionado a 90º e elevar o tronco até tocá-lo nos joelhos.
    O teste de impulsão vertical, para medir a força explosiva dos membros inferiores, é de fáicl aplicabilidade. O avaliado deve ficar de lado para uma parede com uma fita métrica presa a ela, elevar o braço acima da cabeça e marcar o ponto mais alto possível sem flexionar os tornozelos. Após esta marca inicial, o indivíduo deve saltar o mais alto possível e fazer uma segunda marca com as pontas dos dedos. Mede-se a diferença entre as duas marcas. Para este salto, é permitido flexionar os joelhos e executar o balanço dos braços.
    Um outro teste bastante utilizado em academias é o teste de carga máxima (Bittencourt, 1986). Este teste pode ser feito por quase todos os grupamentos musculares e consiste em aplicar cargas crescentes até que o avaliado não consiga realizar o movimento. Pode, também, ser aplicado de forma decrescente onde a carga incial é bastante elevada e vai sendo dimunuída até que o avaliado consiga executar um movimento. Por provocarem um estresse muito alto ao avalido, deve-se tomar alguns cuidados como pré-aquecimento e não realizar mais do que três tentativas na determinação da carga máxima, para não causar fadiga.
    Todos estes testes devem ser aplicados por pessoas com conhecimento na área de Educação Física, para que seus resultados sejam precisos e fidedignos e o avaliado não se lesione"

    Fichamento dos estudos realizados pela Professora Andréa Elaine Sechini
    Fonte: ATIVIDADE FÍSICA PASSO A PASSO Por Marcos Vinhal Campos (org)

    ¹ correção feita gentilmente por Fernanda Rossi Paolillo (Grupo de Óptica do IFSC - USP).