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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Tecnicamente...como o Pilates funciona?

O método Pilates consiste na realização de exercícios físicos, que utiliza a gravidade e recursos mecanoterapêuticos como as molas, que atuam como resistência durante a execução do movimento, como também no auxílio do próprio movimento (RODRIGUES et al., 2010). 

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-65742010000400016&lng=pt&nrm=iso

Dores na coluna e escoliose: entenda essa relação



Uma das causas de dores na coluna vertebral são os problemas posturais que podem gerar desde desconfortos relativamente leves até lesões mais graves, como as doenças osteoarticulares (PACCINI; CYRINO; GLANER , 2007). A escoliose é uma das deformidades da coluna que se apresenta como um desvio lateral (EVANS, 2003). 

De acordo com sua etiologia, pode ser classificada em estrutural e não estrutural. A escoliose estrutural pode ser idiopática (sem causa aparente), neuromuscular e osteopática. Já a não-estrutural pode ser causada pela assimetria de membros inferiores, espasmo ou dor muscular da coluna vertebral por compressão de raiz nervosa ou outra lesão na coluna e, ainda, pelos maus hábitos posturais (BONORINO; BORIN; SILVA, 2007). 

Um dos mecanismos causais são devidos ao tensionamento dos músculos multifidos contralaterais, na tentativa de manter o alinhamento ao carregar uma mochila, por exemplo, causando assim, fadiga e dores musculares. Adicionado a isso, poderá ocorrer o comprometimento de outros músculos relacionados ao alinhamento látero-lateral da coluna, como os oblíquos abdominais, tornando a escoliose permanente na postura do indivíduo (SACCO et al., 2003). Estes músculos se contraem juntamente com o quadrado lombar em uma ação unilateral, produzindo uma inflexão do tronco do lado da sua contração (KAPANDJI, 2000). 

Segundo Rydeard, Leger e Smith (2006), a dor crônica da coluna vertebral pode ocorrer também pela alteração do controle neuromuscular de estabilidade do tronco e a eficiência do movimento; e esta estabilidade é alcançada pelo controle da região pélvico-lombar pela ativação específica dos músculos extensores do quadril, os glúteos máximos. 

Nas escolioses álgicas do adulto, o alongamento muscular pode gerar um importante efeito analgésico. Teoriza-se que os problemas relacionados com a escoliose podem ocorrer como resultado do desequilíbrio do corpo e padrões de movimentos "preferidos". Uma área fraca ou desalinhada pode resultar numa propensão à compensação ou desenvolvimento de outra área (Blum, 2002). 

Almeida e Jabur (2006) relatam que é necessário exercitar-se quando se sofre de dor crônica, pois o exercício pode diminuir problemas como músculos encurtados, perda de mobilidade articular e fraqueza, que contribuem para a dor; e prevenir as complicações musculoesqueléticas secundárias da dor, como a fraqueza (astenia). O tratamento da dor crônica é dirigido à fonte de dor e a quaisquer deficiências ou limitações funcionais musculoesqueléticas, bem como a quaisquer problemas que podem ser prevenidos, identificados durante o processo de avaliação. O alongamento, portanto, tem sido usado para diminuir a dor e a tensão muscular. 

Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-65742010000400016&lng=pt&nrm=iso

A importância de agir na causa da dor

A dor possui um papel de alerta para comunicar ao organismo que algo está errado e, em se tratando de uma dor crônica, ela gera no organismo um estresse e até mesmo, uma incapacidade física. Portanto, a dor é um problema que demanda cuidados imediatos, e a melhor estratégia para se eliminar qualquer tipo de dor é a remoção do fator causal (HEREDIA; RODRIGUES, 2008). 

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-65742010000400016&lng=pt&nrm=iso

 

DORES NAS COSTAS: UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA

Em alguma época da vida, de 70 a 85% de todas as pessoas sofrerão de dores nas costas. As dores crônicas da coluna vertebral devem ser tratadas como um problema de saúde pública (SILVA; FASSA; VALLE , 2004), pois esta morbidade é uma das mais importantes causas de absenteísmo nos países desenvolvidos (GOUVEIA; GOUVEIA, 2008). 

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-65742010000400016&lng=pt&nrm=iso