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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Sempre aprendendo

"Toda pessoa que entra na sua vida funciona como uma espécie de professor. Às vezes a função dela é justamente te ensinar como as coisas não devem ser feitas. Há aqui uma lição envolvendo limites e auto-respeito. Assim só porque as pessoas te ensinaram algo não quer dizer que você precisa mantê-las em sua vida. Livre-se dos padrões negativos."


Andréa Sechini


sexta-feira, 14 de julho de 2017

O sorriso como decisão

"Uma vez, em uma sessão de coaching, uma cliente me disse que um dia teria a vida feliz, igual a minha. Então, perguntei: O que faz você acreditar que a minha vida é melhor que a sua?. Ela me respondeu: Ah, Michelle, fala sério! Você vive com um “sorrisão” nos lábios. E eu aqui, reclamando da minha vida! Foi então que a ajudei a compreender que o meu sorriso estampado no rosto é resultado de uma decisão e não das circunstâncias. Um dia, eu resolvi ajustar o foco da minha lente que enxerga a vida e percebi que não existem fracassos, e sim lições para quem decide ser feliz."

Fonte: A coragem de Mudar de Michelle de Andrade

domingo, 9 de julho de 2017

Anatomia humana: fígado



Nossa sombra

“Em 1945, Jung referia-se à sombra como simplesmente aquela coisa que uma pessoa não queria ser. "Uma pessoa não se torna iluminada ao imaginar formas luminosas", afirmou, "mas sim ao tornar consciente a escuridão. Esse último procedimento, no entanto, é desagradável e, portanto, impopular.”

Trecho de: Connie Zweig e Jeremiah Abrams (Orgs.). “Ao Encontro da Sombra.” HomeUser. 

Percepção e Transformação

“Percebemos aquilo que estamos condicionados a perceber. E esperamos encontrar seja o prazer ou o desprazer sempre nos mesmos lugares. E é isso que restringe nossa capacidade de percepção, nos impedindo de lidar com a multiplicidade do mundo, negando sua constante transformação.” (pag.52)

Fonte: Cesar, Bel. O livro das Emoções. São Paulo: Gaia, 2004

Memória Olfativa




A existência dessa “instância” cerebral (tálamo) indica, portanto, que grande parte de nossa percepção do mundo é baseada em experiências anteriores, previamente registradas.

Todas as informações que chegam à nossa mente estimuladas pela visão, pela audição, pelo tato e pelo paladar passam incialmente pelo tálamo. Apenas as informações provenientes do olfato chegam diretamente ao sistema límbico, sem passar pelo crivo do tálamo. (pag.52)

Fonte: Cesar, Bel. O livro das Emoções. São Paulo: Gaia, 2004

sábado, 8 de julho de 2017

"Sua transformação altera sua circunstância. Mas sua mudança deve ser genuína." Andréa Matthews

"Geralmente, queremos adiar nossas lições mais importantes" Andrew Matttews


A importância da bipedia

“Quando começamos nossa exploração da história do corpo humano para perguntar a que os seres humanos estão adaptados, uma primeira questão decisiva é: por que e como os seres humanos tornaram-se tão mal adaptados à vida em árvores, bem como tão débeis, lentos e desajeitados?
A resposta começa com “tornando-se eretos”, ao que tudo indica a primeira grande transformação ocorrida na evolução humana. Se houve apenas uma adaptação-chave inicial, uma centelha que lançou a linhagem humana num caminho evolutivo separado daquele traçado por outros primatas, foi provavelmente o bipedalismo, a capacidade de postar-se e caminhar sobre dois pés.”


“Mas olhe à sua volta: quantas outras criaturas, com exceção de aves (ou cangurus, caso você viva na Austrália), você vê cambaleando ou pulando por aí sobre apenas duas pernas? As evidências sugerem que, de todas as grandes transformações por que passou o corpo humano ao longo dos últimos milhões de anos, essa mudança adaptativa foi uma das mais importantes, não só em razão de suas vantagens, mas também em razão de suas desvantagens. Por isso, aprender sobre como nossos mais antigos ancestrais tornaram-se adaptados a ficar eretos é um ponto de partida capital para o relato da jornada do corpo humano. Como um primeiro passo, conheçamos esses ancestrais primordiais, a começar pelo último ancestral que compartilhamos com os macacos antropoides.”



Trecho de: Daniel E. Lieberman. “A história do corpo humano.” 

O chimpanzé e o ser humano.

“Corredores humanos são desajeitados e instáveis, incapazes de fazer viradas rápidas. Até o mais leve encontrão ou cotovelada pode fazê-los desabar no chão. Por fim, carecemos de força. Embora um chimpanzé macho adulto pese de quinze a vinte quilos menos que a maioria dos homens adultos, as estimativas são de que um chimpanzé típico pode exibir uma força muscular mais de duas vezes maior que a dos mais vigorosos atletas de elite humanos.1”

Trecho de: Daniel E. Lieberman. “A história do corpo humano.”